O Super Bock Club regressa ao Coala Festival e volta a ser um dos espaços mais livres e imprevisíveis do festival. Nos dias 30 e 31 de maio este palco dedicado à eletrónica regressa ao Hipódromo Manuel Possolo em Cascais com uma programação onde a batida se mistura com as diversas coreografias improváveis de cada um – e claro, cerveja fresca.
Batidas globais e novas linguagens
A equipa de curadoria conta com Kalaf Espalanga dos Buraka Som Sistema volta a reunir um alinhamento que reflete a diversidade das pistas de dança atuais e reúne artistas de diferentes origens.
No dia 30 de maio, o palco recebe S4DO, FVBRICIA, DJ Danifox, Indi Mateta, SoundPreta e Gayance. Já no dia 31 de maio, a programação continua com bieu s2, Chima Isaaro, Rita Maia, Maribell, Banu e Idiesa.

“Um espaço de descoberta, encontro e convívio”
Para Bruno Albuquerque, Diretor de Marketing do Super Bock Group, a presença do Super Bock Club no festival reforça a ligação da marca à música e à diversidade cultural.
“O palco do Super Bock reforça este posicionamento como um espaço de descoberta, encontro e convívio, ampliando a experiência do festival” afirma Bruno Albuquerque.
O responsável acrescenta ainda que a Super Bock, “sendo a marca nº1 da música, tem vindo a construir uma relação consistente com artistas, festivais e públicos, promovendo a criação artística, a proximidade e a música como espaço de partilha, expressão cultural e convívio”.
O Coala Festival continua a apostar na diversidade
Com mais de uma década de história, o Coala Festival consolidou-se como um dos festivais mais relevantes dedicados à música em língua portuguesa. O evento mantém a ideia de criar pontes entre Brasil, Portugal e África (PALOPs), juntando artistas e públicos com muita diversidade cultural e incentivando à partilha da mesma.
A edição de 2026 volta a puxar esse fio invisível entre geografias e identidades, mas sem o fazer de forma arrumadinha. Do lado português, Slow J aparece nesse lugar híbrido onde tudo se mistura – de línguas, a referências e vivências.

De Angola, Bonga traz-nos a história, resistência e ritmo a bater fundo. Do Brasil, o espectro abre-se sem pedir licença, desde Caetano Veloso a Lulu Santos, de João Gomes a Marina Sena, passando pela estranheza bonita de Ana Frango Elétrico e Zé Ibarra, tudo coexiste sem precisar de encaixar.
Pelo meio, Zeca Veloso e o olhar eletrónico de Branko, com Tuyo, ajudam a baralhar ainda mais as linhas, como se a música estivesse constantemente a reescrever-se em tempo real.
A terceira edição do festival em Portugal acontece novamente em Cascais, os passes VIP já se encontram esgotados, mas ainda é possível garantir presença com bilhetes diários, e o passe geral de dois dias que ainda estão disponíveis.
Instagram: @coalafestival.pt | Site Oficial: coalafestival.pt
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