LZZY HALE, dos HALESTORM, discute o seu processo de escrita de músicas num novo episódio de “How I Wrote That Song”

A BMI (Broadcast Music Inc.), a Beasley Media Group e a tecnologia HD Radio da Xperi recentemente anunciaram o lançamento da terceira temporada da série emblemática da BMI “How I Wrote That Song”, com aclamados compositores de música country e rock/pop. Cada episódio desta série de seis partes proporcionará ao público uma visão privilegiada do processo criativo de escrever e produzir músicas de sucesso, bem como as histórias por trás delas.

No último episódio de “How I Wrote That Song”, a locutora Sara, da WMMR, pergunta a Lzzy Hale, dos HALESTORM, sobre os seus maiores êxitos, remontando ao momento em que a banda surgiu em grande em 2009 com o single “I Get Off”. Apesar do título atrevido, o primeiro esboço da música era na verdade sobre como a banda conquistou alguns executivos de gravadoras resistentes na plateia de um espetáculo ao vivo.

Lzzy desenvolveu ainda mais a letra com um coletivo de escritoras chamado The Girls, explicando: “Eu estava a contar-lhes esta história [sobre o concerto] e uma delas – e é por isso que adoro escrever com mulheres, porque o nosso sentido de humor é o mesmo – disse: ‘Oh, então tu gostaste que eles apreciassem o que fazes’… e nós ocupámos um piano, no átrio deste hotel, e estávamos a cantar ‘Eu gosto de ti, gostando de mim’, incomodando completamente toda a gente à nossa volta.”

Ela acrescenta, rindo: “Inicialmente, não começou com sexo, mas definitivamente ganhou vida própria!”


Sara e Lzzy também discutem a música nomeada para o Grammy “Uncomfortable” e uma nova faixa chamada “Terrible Things”. Ao longo do caminho, abordam o seu inesperado sucesso radiofónico com DAUGHTRY este ano, trocam perspetivas de género nas letras das músicas e como o ativismo desempenha um papel no seu processo de escrita.

Pedro Ribeiro
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Pedro Ribeiro

Pedro Ribeiro é o fundador do musica.com.pt. Como músico e produtor conta com mais de 25 anos de experiência no mundo da música, tendo participado em projetos como Peeeedro, Moullinex, MAU, entre outros, e tocando em venues como Lux, Maus Hábitos, Plano B, Culturgest, Glasgow School of Arts, entre muitas outras salas e locais em Portugal e no estrangeiro. Compôs música para teatro (Jorge Fraga, Graeme Pulleyn, Teatro Viriato), dança contemporânea (Romulus Neagu, Peter Michael Dietz, Patrick Murys, Teatro Viriato), TV (RTP2) e várias rádios.

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