Michael Jackson volta ao topo após estreia do filme biográfico

A estreia do novo filme biográfico sobre Michael Jackson em 2026 reacendeu o interesse pelo catálogo do “Rei do Pop“, impulsionando vendas de álbuns e streams em todo o mundo. O fenómeno comercial coloca o artista de novo no topo das tabelas, décadas após o auge da sua carreira.

Impacto nas tabelas e streaming

No Reino Unido, Michael Jackson assumiu o primeiro lugar na tabela de álbuns oficial, um feito notável para um catálogo com mais de 30 anos. Nas plataformas digitais, 13 temas do artista, incluindo “Billie Jean” e “Thriller”, entraram no Top 200 global do Spotify, demonstrando o apelo intergeracional das suas músicas.

Na Billboard 200 dos Estados Unidos, o artista alcançou a 20.ª posição, com picos de pesquisas no Google que representam o maior volume dos últimos dez anos. Estes números confirmam o poder duradouro do seu legado musical.

Polémicas reavivadas

O filme, apesar do sucesso de bilheteira, não escapou a críticas. Publicações como a BBC Culture e a Variety destacaram como a produção reabriu debates sobre as alegações de abusos que marcaram a vida de Michael Jackson. Houve até refilmagens para enfatizar o lado positivo da sua carreira, o que dividiu opiniões em sites como o Rotten Tomatoes.

Ainda assim, o biopic superou antecessores como “Bohemian Rhapsody” (2018) sobre Freddy Mercury, “Rocketman” (2019) sobre David Bowie e “Elvis” (2022) em termos de receita nas salas de cinema.

Legado intocável

Estes resultados mostram que, para milhões de ouvintes, a música de Michael Jackson transcende as controvérsias. As suas faixas mantêm-se essenciais na cultura pop, provando que o “Rei” nunca deixou verdadeiramente o trono. O filme pode dividir críticas, mas reforça o domínio comercial do seu catálogo em 2026.

Instagram: @michaeljackson

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