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21 de Setembro de 2026

PMDS anunciam ‘Redenção’, o seu quarto álbum de estúdio, com lançamento marcado para 1 de outubro

PMDS: Pedro Sousa e Filipe Caetano. Crédito Fotografia: Diogo Sousa
PMDS: Pedro Sousa e Filipe Caetano. Crédito Fotografia: Diogo Sousa

Os PMDS, projecto electrónico da dupla açoriana Pedro Sousa e Filipe Caetano, vão editar “Redenção”, o quarto álbum de estúdio da banda, no dia 1 de Outubro pela Skud & Smarty Records. Para o anteceder, lançaram na quinta passada (17 de Setembro) dois singles: “Inocência” e “Redenção”, este último com o mesmo título do disco. Ambos os temas já estão disponíveis nas plataformas digitais do costume, e deixamos-te o vídeo de “Inocência” em baixo para veres e ouvires.

A preparar player…

Sobre “Redenção”

Nascidos e criados na ilha de São Miguel, entre os 80s, 90s e 2000s, Pedro Sousa e Filipe Caetano carregam em “Redenção”, o quarto álbum dos PMDS, as memórias de uma infância e juventude açorianas, feitas de mar, paisagens vulcânicas, neblina e estradas que terminam de forma espetacular em cima do oceano.

Com pouco mais de 34 minutos, o tempo de um carro deslizar de Ponta Delgada à Caloura, “Redenção” promete oferecer um olhar maduro dos PMDS sobre o isolamento atlântico, a distância longínqua do continente, as experiências que só uma ilha permite e as regras, por vezes silenciosas, de viver num território cercado de água. Ao longo do álbum (que entretanto já ouvimos), os PMDS tecem texturas e sons de forma progressiva, onde as camadas de sintetizadores se entrelaçam e sobrepõem: ora em passagens de tensão cinemática, ora em pulsos de dance-floor que nos fazem levitar, como se o chão da ilha se transformasse em vulcão e plataforma de voo.

Para quem já conhece o duo, sabe que estas duas componentes, o cinema interior e o corpo em movimento, são parte do seu ADN. É essa vivência, essa mistura de influências, que transforma “Redenção” numa narrativa coesa: uma história de insularidade, distância e memórias pessoais, passadas e presentes, contada em ondas de som que parecem nascer e desaguar no próprio Atlântico.

PMDS. Capa do álbum "Redenção"
PMDS. Capa do álbum “Redenção”

Alinhamento de “Redenção” dos PMDS

  1. “Redenção”
  2. “Inocência”
  3. “Adolescência”
  4. “Ausência”
  5. “Permanência”
  6. “Reverência”
  7. “Consequência”
  8. “Milagre”

PMDS, cartaz da tour de estreia de "Redenção"
PMDS, cartaz da tour de estreia de “Redenção”

Datas e bilhetes

As apresentações ao vivo de “Redenção” arrancam em Outubro. A estreia acontece em Lisboa na BOTA, no dia 15, seguida do Porto, nos Maus Hábitos, no dia 16, e Braga no dia 17, no Piso. Os PMDS fecham o ciclo a jogar em casa, a 24 de Janeiro de 2027, no Arquipélago – Centro de Artes, em Ponta Delgada. Os bilhetes para as três datas já estão à venda nos locais habituais, portanto compra rápido antes que esgotem!

PMDS. Crédito Fotografia: Diogo Sousa
PMDS. Crédito Fotografia: Diogo Sousa

  • 15 de Outubro de 2026: BOTA, Anjos, Lisboa
  • 16 de Outubro de 2026: Maus Hábitos, Porto
  • 17 de Outubro de 2026: Piso, Braga
  • 24 de Janeiro de 2027: Arquipelago – Centro de Artes Contemporâneas, São Miguel

Sobre os PMDS

Os PMDS são um projecto de música electrónica, ambiental e experimental de Pedro Sousa e Filipe Caetano. O Pedro tem formação clássica em piano, o Filipe acumula anos e anos a incendiar pistas de dança como DJ, e pelo meio, uma paixão enorme por música eletrónica, equipamento analógico e sintetizadores. Ao vivo, recorrem a parte do seu arsenal de instrumentos que foram reunindo ao longo dos anos, tocando-os e manipulando-os em tempo real e deixando espaço ao erro humano, algo cada vez mais raro em concertos.

“Redenção” fica disponível em todas as plataformas digitais a partir de 1 de Outubro, e já podes ouvir o homónimo “Redenção” e “Inocência” nos sítios do costume. Não percas!

Instagram: @pmdsmusic | Bandcamp: https://pmds.bandcamp.com

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Pedro Ribeiro
Escrito por

Pedro Ribeiro

Fundador, Editor-Chefe, Jornalista, Músico, Produtor

Pedro Ribeiro é o fundador do musica.com.pt. Como músico e produtor conta com mais de 25 anos de experiência no mundo da música, tendo participado em projetos como Peeeedro, Moullinex, MAU, entre outros, e tocando em venues como Lux, Maus Hábitos, Plano B, Culturgest, Glasgow School of Arts, entre muitas outras salas e locais em Portugal e no estrangeiro. Compôs música para teatro (Jorge Fraga, Graeme Pulleyn, Teatro Viriato), dança contemporânea (Romulus Neagu, Peter Michael Dietz, Patrick Murys, Teatro Viriato), TV (RTP2) e várias rádios.